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O transplante é, muitas vezes, a única esperança de vida do paciente

Infelizmente, o que é ainda é pouco difundido na sociedade global é que as células-tronco hematopoiéticas (provenientes da medula óssea do doador) estão presentes em grande quantidade no cordão umbilical.

Mas durante o parto, muitos casais desconhecem os benefícios de se coletar e armazenar esse material que pode tratar mais de 100 doenças, entre elas, os linfomas, as leucemias agudas e anemias crônicas.

A leucemia, por exemplo, é a doença maligna mais comum na infância, correspondendo aproximadamente a 30% dos casos de câncer em crianças.

Segundo dados do Instituto Nacional do Câncer, no Brasil são registrados cerca de 7400 casos de leucemia por ano com um total de 5500 mortes, representando o 8o tipo de câncer mais freqüente na população brasileira.

“O transplante é, muitas vezes, a única esperança de vida do paciente, que enfrenta vários obstáculos como encontrar um doador compatível. Em um banco publico, por exemplo, as chances são de uma e um milhão. Entre 1988 e 2012, foram realizados, em todo o mundo, mais 20.000 mil transplantes com sangue do cordão umbilical”, explica Dr. Adelson Alves, fundador da CordCell.

Segundo o hematologista, essas células somente podem ser utilizadas se estiverem vivas, coletadas e criopreservadas imediatamente após o nascimento. É um procedimento simples e rápido, que não interfere com o nascimento do bebê, quando o obstetra “corta” o cordão umbilical o enfermeiro aproxima-se e faz a coleta do sangue presente no cordão umbilical com uma agulha conectada à uma bolsa estéril, podendo ser realizado nos diversos tipos de parto.