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Células-tronco do cordão umbilical no tratamento da talassemia major

A talassemia major é uma doença pouco conhecida, mas 3 milhões de brasileiros podem gerar filhos com essa doença

Células-tronco do cordão umbilical no tratamento da talassemia major

A Talassemia é uma doença pouco conhecida ainda, mas 3 milhões de brasileiros podem gerar filhos com a doença. A patologia altera a produção de hemoglobina, a proteína do sangue responsável pelo transporte de oxigênio para todos os tecidos do organismo.

Cerca de 2,7 milhões de brasileiros carregam traços genéticos da doença, segundo a Associação Brasileira de Talassemia (ABRASTA), o chamado traço talassêmico. Essas pessoas não desenvolvem sintomas e nem precisam de tratamento. Mas ao se relacionarem com outros portadores do gene podem gerar portadores da talassemia major, forma mais grave da doença, que provoca complicações como aumento do baço, atraso no crescimento e problemas nos ossos, além de exigir transfusões de sangue periódicas (geralmente, a cada vinte dias) por toda a vida.

A fundadora da ABRASTA, Merula Steagall, afirma que casais com traços talassêmicos podem ter filhos com problema maior. “Um portador de talassemia menor pode passar a vida toda sem saber disso. É aí que mora o problema. Um casal com traços talassêmicos tem 25% de chance de gerar uma criança com talassemia major”, afirma a fundadora e portadora de talassemia major.

Comentário:

As células-tronco estão ganhando cada vez mais espaço e destaque na medicina regenerativa, comprovando dia a dia a sua utilização. No caso do tecido adiposo (gordura extraída na lipoaspiração) diversos estudos estão sendo realizados, com resultados promissores.

Diante de todo avanço da terapia celular, fica evidente a importância de ter as células-tronco do sangue de cordão umbilical preservadas, no sentido das novas gerações poderem ser beneficiadas com essa nova tecnologia, totalmente disponível e consolidada.

Fonte: Site Terra em 03/06/2011.
Andresa Forte – Farmacêutica.
Andresa Forte
Pesquisadora da Universidade de São Paulo
Membro da Sociedade de Terapia Celular – IST
Responsável pelo laboratório de cultivo e expansão celular da CordCell